Arquivo da categoria ‘Hospedagem’

Vegas, baby

Novembro 4, 2008

Pra quem acha que Las Vegas só tem cassinos, prepare-se para um mar de atrações. As mais simples (e baratas) podem ser feitas a pé. Capriche no filtro solar, não ligue para o calor absurdo (pelo menos é seco, então vc não sua) e saia andando pela Strip, a rua principal de Vegas. Aliás, o ideal é que seu hotel fique aí, para ter as principais atrações a uma caminhada de distância.

Ficamos no Bally’s, superconfortável e com preços beeem em conta incluído no pacote com as passagens. Essa é uma das vantagens de Vegas: a rede hoteleira traz seus próprios cassinos e vai fazer de tudo para você gastar seus dólares a alguns andares de seu quarto. Nem que seja cobrar preço de albergue em um hotel com gabarito de 4 estrelas. A vantagem do Bally’s (da mesma rede do Paris, seu irmão 5 estrelas que fica logo ao lado) é que ele está situado no meio da Strip. Em um dia, saímos do hotel, viramos à esquerda e saímos explorando os hotéis-cassinos desse lado; no outro, fizemos o mesmo roteiro, mas para o lado direito. E esse ‘tour explorer’ da Strip merece alguns posts à parte, já que cada hotel traz uma surpresa…

Piscina do Bally's

Hospedagem em NY

Junho 6, 2008

Dormir em NY é caro, caríssimo. Tanto que minha *agenteparticulardeviagem* falou sem medo: ‘nem vou ver pacote para você…para sair em conta, vou te colocar num buraco e você vai me xingar; se te colocar em um hotel razoável, você vai achar que eu estou te roubando’. Já sabendo dos preços exorbitantes da cidade que nunca dorme, fui correr atrás de infos de locais em que eu consiga passar uma noite por menos de US$ 150 sem me surpreender com a visita de Mickey, Minnie e família (se todos amam NY, como os ratos ficariam de fora dessa?). Numa dessas opções, eu já fiquei há alguns anos: o YMCA do West Side. Em um local privilegiadíssimo (chique enough, mas menos metido a besta que o East-Side (Woody Allen/Gossip Girl). Fica na 63rd esquina com o Central Park West, perto do Lincoln Center e, pelo que me lembro, perto também de uns cinemas de arte bem bacanas e de uma Barnes&Nobles gigante. A poucos quarteirões fica o edifício Dakota, aquele do John Lennon, e, conseqüentemente, do jardim Strawberry Fields, no Central Park. Sem contar que é praticamente o meio de Manhattan, razoavelmente perto de tudo.

O quarto é funcional, com TV a cabo, cama e armário apenas. Sem frescuras e pequeno. Pessoal bacana e uma piscina enorme que abriga aulas para os chamados ‘tunnel-trash’ (aqueles menos abonados que vivem fora da ilha) e que pode ser usado pelos hóspedes nas horas vagas. Sai por menos de US$ 100 o quarto individual e por pouco mais de US$ 50 (por pessoa) o quarto duplo. Não é um albergue, nem um hotel, mas algo entre os dois (tem até gente que mora lá). Um ‘incômodo’ é o banheiro comunitário. É um vestiário feminino e um masculino por andar, protegidos por senhas. Com vários chuveiros e ‘reservados’, não chega a ser um problema. Dizem que a limpeza tem a ver com seus vizinhos de andar. Eu dei sorte e parecia ser a única a usá-lo. Sempre pegava o banheiro brilhando. No andar de uma amiga, a limpeza não era 100%, tanto que ela passou a tomar banho no do meu andar. (E olha que ela era francesa!!).

Outra opção é o Second Home on Second Avenue , que fica num dos bairros mais descolados de Manhattan, o East Village (fica Downtown, um pouquinho longe do Central Park e de grandes pontos turísticos, mas num ponto ótimo para brechós e para a noite underground). São quartos com cara de casa de família e preços variando de US$ 70 a US$ 250 por pessoa em quartos individuais, duplos ou triplos). São pouquíssimos quartos disponíveis e, por isso, exigem reserva com bastante antecedência.

Um pouquinho mais caro, mas com um ar também um pouco mais ’sofisticado’ e com cara de hotel de verdade, o Cosmopolitan Hotel, em Tribeca, também foge do centro turístico de Manhattan, mas ganha com uma vizinhança ‘cool’. Também mais para o sul da ilha, perto do Lower East Side, Chinatown, Little Italy etc.

Vale lembrar que a questão geográfica não chega a ser um problema, uma vez que vc esteja em Manhattan. A ilha – a parte conhecida pelos locais como ‘the city’ – é bem compacta e abriga uma das melhores redes de metrô do mundo. Passou por um esquina? Pode ter certeza que está perto de uma estação de metrô, pronta para te levar em minutos para qualquer outro ponto de Manhattan (ou para fora dela, em ‘bairros’ vizinhos como Queens e Brooklyn).

Suítes mais ‘cool’ do mundo

Maio 21, 2008

Quer passar uma noite como um esquimó ou vivendo como um rock star? É essa a idéia desses hotéis, feitos sob medida para os aventureiros mais abastados. Pensando neles, o blog ProTraveller elegeu as 15 suítes mais legais do mundo. Dos designers renomados, passando por um quarto erótico, a outro com uma jacuzzi gigantesca, cada post traz fotos e vídeos do local. É de babar no travesseiro!

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